Faça sua inscrição no mais importante prêmio da Educação brasileira e concorra ao título de Educador Nota 10 de 2008. Festa de entrega dos troféus será no dia 13 de outubro.
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Aberta as inscrições para o II Edital do Fundo Costa A tlântica
Meio Ambiente - O Programa Costa Atlântica para a conservação das Zonas Costeira e Marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica acaba de lançar o "II Edital Costa Atlântica", que disponibilizará até R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) para projetos novos ou em andamento de criação e consolidação de Unidades de Conservação Marinhas Públicas. Os recursos são provenientes do Bradesco Capitalização e da Copebrás-Anglo American.
Os interessados devem apresentar suas propostas até 31 de julho e estar sob a liderança de uma ONG em parceria com o poder público interessado. O I Edital Costa Atlântica, lançado em 2007, disponibilizou R$ 180 mil, vindos do Fundo Costa Atlântica, aos cinco projetos selecionados que estão sendo desenvolvidos em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará e Piauí.
"No primeiro Edital pudemos perceber que as demandas para uma boa gestão das Unidades de Conservação (UCs) Marinhas são as mais variadas possíveis, desde apoio para estudos que subsidiem a criação de novas unidades até atividades de educação ambiental.
Além disso, o baixo número de propostas de criação de novas UCs demonstra os desafios em se aumentar a representatividade das Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) no Brasil.
O lançamento do II Edital é de extrema importância para apoiar a criação e consolidação de UCs Marinhas visando difundir junto a sociedade a importância das AMPs como estratégia de conservação da biodiversidade marinha, instrumento de gestão pesqueira e fomento as atividades de ecoturismo.
Nossa expectativa é receber um maior número de boas propostas de criação de novas UCs Marinhas e projetos que atendam demandas relevantes para a efetiva gestão das UCs já existentes", explica Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica da SOS Mata Atlântica.
O foco do edital é especialmente as Unidades de Conservação que tenham seus limites abrangendo em grande parte ambientes marinhos submersos como estuários, recifes rochosos, recifes de coral e coluna d'água.
O edital vai apoiar a realização de diagnósticos e estudos estratégicos ou complementares que visem o fechamento da proposta de criação de uma nova UC ou ainda a elaboração de Planos de Uso Público em Unidades de Conservação compatíveis com a atividade turística (ex. Parques Nacionais), infra-estruturas para planos de fiscalização, apoio a atividades de pesquisa (diretamente aplicadas ao manejo da Unidade de Conservação) e educação ambiental.
A costa do Brasil é uma das maiores do mundo (cerca de 7500 km), constituída por uma variedade de ambientes marinhos e costeiros em grande parte margeados pelo Bioma Mata Atlântica, um dos mais ricos em biodiversidade e ameaçados do planeta.
Embora mais da metade da população brasileira esteja concentrada no litoral, usufruindo dos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas ali presentes, os ambientes marinhos e costeiros ainda são pouco valorizados no que se refere a sua conservação.
A costa brasileira abriga uma das maiores áreas de manguezais bem conservadas de todo o mundo. Cerca de 50% desses ambientes estão associados à Mata Atlântica e apresentam fundamental importância para processos ecológicos marinhos, incluindo o seu uso como áreas de reprodução, alimentação e abrigo para várias espécies, muitas com destacado valor econômico e social.
Além dos impactos previstos como efeito das mudanças climáticas globais, tais como o aumento da erosão costeira, a alteração das áreas úmidas e os riscos aos recifes de coral, a biodiversidade marinha e costeira do País vem sendo comprometida há décadas pela sobrepesca, devastação da Mata Atlântica, turismo predatório, ocupação desordenada, poluição entre outras atividades conduzidas sem planejamento, controle e fiscalização satisfatórios.
A criação de Áreas Marinhas Protegidas vem ganhando força mundialmente nos últimos anos como forma de conservar a biodiversidade, ordenar a pesca e incrementar a prática do ecoturismo. No Brasil, menos de 0,5% da sua Zona Econômica Exclusiva (ZEE) está protegida sob a forma de alguma categoria de Unidade de Conservação.
Além da baixa representatividade, a maioria das AMPs existente ainda necessita de melhores condições de infra-estrutura para fiscalização, monitoramento e outras atividades visando sua efetiva implementação.
Sobre o Programa Costa Atlântica:
O Programa Costa Atlântica surgiu para apoiar o poder público e as demais organizações na ampliação da representatividade das Unidades de Conservação Marinha no Brasil e contribuir com a conservação da biodiversidade, a manutenção do equilíbrio ambiental, a integridade dos patrimônios naturais, históricos e culturais e o desenvolvimento sustentável dos territórios costeiros e marinhos.
O Programa é constituído por dois Fundos, o Fundo Costa Atlântica e o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas. O Fundo Costa Atlântica foi criado para apoiar projetos que visam o desenvolvimento regional na zona costeira com incentivo ao estabelecimento de novos negócios e atividades sustentáveis, de forma a promover a melhoria na qualidade de vida das comunidades locais.
Já o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas foi estabelecido como um fundo de perpetuidade, com vistas a garantir a proteção, gestão e sustentabilidade das áreas marinhas protegidas existentes, cujo projeto-piloto está sendo desenvolvido na Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O Fundo Costa Atlântica conta com o aporte inicial de R$ 1 milhão do Bradesco Capitalização e R$ 1 milhão da empresa Copebrás-Anglo American. A meta de captação é de R$ 5 milhões. O Fundo Pró-Unidades de Conservação Marinhas-Atol das Rocas conta com recursos na ordem de R$ 1,7 milhão de pessoas físicas.
Além de apoiar projetos por meio do Fundo Costa Atlântica, o Programa visa desenvolver uma série de atividades de forma a contribuir ao fortalecimento do sistema de gestão integrada desses ambientes com a participação da sociedade civil organizada; sistematizar dados existentes; promover estudos estratégicos para fomentar a criação de mecanismos e estímulos econômicos e financeiros; realizar levantamentos; e divulgar informações ao grande público para subsidiar as políticas públicas.
Editoria: Vininha F.Carvalho - diretora da Del Valle Editoria
Editora do Portal Revista Ecotour... www.revistaecotour.com.br
Os interessados devem apresentar suas propostas até 31 de julho e estar sob a liderança de uma ONG em parceria com o poder público interessado. O I Edital Costa Atlântica, lançado em 2007, disponibilizou R$ 180 mil, vindos do Fundo Costa Atlântica, aos cinco projetos selecionados que estão sendo desenvolvidos em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará e Piauí.
"No primeiro Edital pudemos perceber que as demandas para uma boa gestão das Unidades de Conservação (UCs) Marinhas são as mais variadas possíveis, desde apoio para estudos que subsidiem a criação de novas unidades até atividades de educação ambiental.
Além disso, o baixo número de propostas de criação de novas UCs demonstra os desafios em se aumentar a representatividade das Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) no Brasil.
O lançamento do II Edital é de extrema importância para apoiar a criação e consolidação de UCs Marinhas visando difundir junto a sociedade a importância das AMPs como estratégia de conservação da biodiversidade marinha, instrumento de gestão pesqueira e fomento as atividades de ecoturismo.
Nossa expectativa é receber um maior número de boas propostas de criação de novas UCs Marinhas e projetos que atendam demandas relevantes para a efetiva gestão das UCs já existentes", explica Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica da SOS Mata Atlântica.
O foco do edital é especialmente as Unidades de Conservação que tenham seus limites abrangendo em grande parte ambientes marinhos submersos como estuários, recifes rochosos, recifes de coral e coluna d'água.
O edital vai apoiar a realização de diagnósticos e estudos estratégicos ou complementares que visem o fechamento da proposta de criação de uma nova UC ou ainda a elaboração de Planos de Uso Público em Unidades de Conservação compatíveis com a atividade turística (ex. Parques Nacionais), infra-estruturas para planos de fiscalização, apoio a atividades de pesquisa (diretamente aplicadas ao manejo da Unidade de Conservação) e educação ambiental.
A costa do Brasil é uma das maiores do mundo (cerca de 7500 km), constituída por uma variedade de ambientes marinhos e costeiros em grande parte margeados pelo Bioma Mata Atlântica, um dos mais ricos em biodiversidade e ameaçados do planeta.
Embora mais da metade da população brasileira esteja concentrada no litoral, usufruindo dos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas ali presentes, os ambientes marinhos e costeiros ainda são pouco valorizados no que se refere a sua conservação.
A costa brasileira abriga uma das maiores áreas de manguezais bem conservadas de todo o mundo. Cerca de 50% desses ambientes estão associados à Mata Atlântica e apresentam fundamental importância para processos ecológicos marinhos, incluindo o seu uso como áreas de reprodução, alimentação e abrigo para várias espécies, muitas com destacado valor econômico e social.
Além dos impactos previstos como efeito das mudanças climáticas globais, tais como o aumento da erosão costeira, a alteração das áreas úmidas e os riscos aos recifes de coral, a biodiversidade marinha e costeira do País vem sendo comprometida há décadas pela sobrepesca, devastação da Mata Atlântica, turismo predatório, ocupação desordenada, poluição entre outras atividades conduzidas sem planejamento, controle e fiscalização satisfatórios.
A criação de Áreas Marinhas Protegidas vem ganhando força mundialmente nos últimos anos como forma de conservar a biodiversidade, ordenar a pesca e incrementar a prática do ecoturismo. No Brasil, menos de 0,5% da sua Zona Econômica Exclusiva (ZEE) está protegida sob a forma de alguma categoria de Unidade de Conservação.
Além da baixa representatividade, a maioria das AMPs existente ainda necessita de melhores condições de infra-estrutura para fiscalização, monitoramento e outras atividades visando sua efetiva implementação.
Sobre o Programa Costa Atlântica:
O Programa Costa Atlântica surgiu para apoiar o poder público e as demais organizações na ampliação da representatividade das Unidades de Conservação Marinha no Brasil e contribuir com a conservação da biodiversidade, a manutenção do equilíbrio ambiental, a integridade dos patrimônios naturais, históricos e culturais e o desenvolvimento sustentável dos territórios costeiros e marinhos.
O Programa é constituído por dois Fundos, o Fundo Costa Atlântica e o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas. O Fundo Costa Atlântica foi criado para apoiar projetos que visam o desenvolvimento regional na zona costeira com incentivo ao estabelecimento de novos negócios e atividades sustentáveis, de forma a promover a melhoria na qualidade de vida das comunidades locais.
Já o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas foi estabelecido como um fundo de perpetuidade, com vistas a garantir a proteção, gestão e sustentabilidade das áreas marinhas protegidas existentes, cujo projeto-piloto está sendo desenvolvido na Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O Fundo Costa Atlântica conta com o aporte inicial de R$ 1 milhão do Bradesco Capitalização e R$ 1 milhão da empresa Copebrás-Anglo American. A meta de captação é de R$ 5 milhões. O Fundo Pró-Unidades de Conservação Marinhas-Atol das Rocas conta com recursos na ordem de R$ 1,7 milhão de pessoas físicas.
Além de apoiar projetos por meio do Fundo Costa Atlântica, o Programa visa desenvolver uma série de atividades de forma a contribuir ao fortalecimento do sistema de gestão integrada desses ambientes com a participação da sociedade civil organizada; sistematizar dados existentes; promover estudos estratégicos para fomentar a criação de mecanismos e estímulos econômicos e financeiros; realizar levantamentos; e divulgar informações ao grande público para subsidiar as políticas públicas.
Editoria: Vininha F.Carvalho - diretora da Del Valle Editoria
Editora do Portal Revista Ecotour... www.revistaecotour.com.br
III Seminário de Reforma Urbana: avaliando os Planos Diretores Participativos e o PAC em Minas Gerais
"III Seminário de Reforma Urbana: avaliando os Planos Diretores Participativos e o PAC em Minas Gerais"
O seminário tem como objetivo debater e discutir a importância da implementação dos Planos Diretores Participativos com foco no acesso à terra urbanizada e bem localizada para todos e todas, bem como fortalecer uma rede de atores que impulsione esta implementação. Discutiremos, também, os impactos do PAC em Minas Gerais, em especial o caso Arrudas.
Data: 21/06/08
Inicio do Seminário: 10:00 horas
Local: Hotel Normandy, rua Tamoios nº 212, Centro [ao lado da Igreja de São José, Belo Horizonte]
Programação
1) 10:00 hs: Mesa de Abertura (Análise de Conjuntura)
Representantes do FMRU (FAMEMG, UEMP, CMP, MNLM e Ação Urbana)
CONFEA/CREA
Observatório de Políticas Urbanas/PROEX
SEDRU
2) 12:00 às 13:20: almoço
3) 13:30 hs: Mesa "Planos Diretores Participativos: avanços e desafios no acesso a terra urbanizada e bem localizada para todos"
Otilie Pinheiro – Planos Diretores Participativos: a importância de sua implementação
José Abílio (CREA) – Apresentação dos dados da pesquisa CONFEA
Renato Fontes (Observatório das Metrópoles, pesquisador responsável da pesquisa de avaliação dos Planos Diretores Participativos em MG) – apresentação da Rede de Avaliação e Implementação dos Planos Diretores Participativos
Debate
4) 16:00 às 16:30: Lanche
5) 16:30: Impactos do PAC em Minas Gerais: o caso Arrudas
Gustavo Gomes – Secretária de Desenvolvimento Regional e Política Urbana
Debate
6) 18:00: Encerramento
Realização:
Ministério das Cidades
Fórum Mineiro de Reforma Urbana
Coordenação Estadual da Rede de Avaliação e Implementação dos Planos Diretores de MG
Observatório de Políticas Urbanas/PROEX - PUC MINAS
Ação Urbana
Fundação Rosa Luxemburg
____________ _________ _________ ______
VAGAS LIMITADAS
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PELOS TELEFONES:
3319 4588/4497 (OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS URBANAS/PROEX- PUC MINAS)
O seminário tem como objetivo debater e discutir a importância da implementação dos Planos Diretores Participativos com foco no acesso à terra urbanizada e bem localizada para todos e todas, bem como fortalecer uma rede de atores que impulsione esta implementação. Discutiremos, também, os impactos do PAC em Minas Gerais, em especial o caso Arrudas.
Data: 21/06/08
Inicio do Seminário: 10:00 horas
Local: Hotel Normandy, rua Tamoios nº 212, Centro [ao lado da Igreja de São José, Belo Horizonte]
Programação
1) 10:00 hs: Mesa de Abertura (Análise de Conjuntura)
Representantes do FMRU (FAMEMG, UEMP, CMP, MNLM e Ação Urbana)
CONFEA/CREA
Observatório de Políticas Urbanas/PROEX
SEDRU
2) 12:00 às 13:20: almoço
3) 13:30 hs: Mesa "Planos Diretores Participativos: avanços e desafios no acesso a terra urbanizada e bem localizada para todos"
Otilie Pinheiro – Planos Diretores Participativos: a importância de sua implementação
José Abílio (CREA) – Apresentação dos dados da pesquisa CONFEA
Renato Fontes (Observatório das Metrópoles, pesquisador responsável da pesquisa de avaliação dos Planos Diretores Participativos em MG) – apresentação da Rede de Avaliação e Implementação dos Planos Diretores Participativos
Debate
4) 16:00 às 16:30: Lanche
5) 16:30: Impactos do PAC em Minas Gerais: o caso Arrudas
Gustavo Gomes – Secretária de Desenvolvimento Regional e Política Urbana
Debate
6) 18:00: Encerramento
Realização:
Ministério das Cidades
Fórum Mineiro de Reforma Urbana
Coordenação Estadual da Rede de Avaliação e Implementação dos Planos Diretores de MG
Observatório de Políticas Urbanas/PROEX - PUC MINAS
Ação Urbana
Fundação Rosa Luxemburg
____________ _________ _________ ______
VAGAS LIMITADAS
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PELOS TELEFONES:
3319 4588/4497 (OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS URBANAS/PROEX- PUC MINAS)
I Simpósio sobre Educação Ambiental e Transdisciplin aridade dos Povos Cerradeiros
O Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental e Transdisciplinarida de - NUPEAT do Instituto de estudos sócio-ambientais da Universidade Federal de Goiás comunica a quem interessar que está aberta a chamada para apresentação de trabalhos durante a realização do ISimpósio sobre Educação Ambiental e Transdisciplinarida de dos Povos Cerradeiros como evento integrador do I Congresso Goiano de Educação Ambiental que ocorrerá em no Campus II da Universidade Federal de Goiás em Goiânia entre os dias 15 e 18 de outubro de 2008. Os trabalhos podem ser apresentados em forma de “Resultados de Pesquisa” ou “Relatos de Experiências e/ou Projetos Desenvolvidos” . Os trabalhos serão selecionados e posteriormente publicados em meio digital nos anais do evento.
Eixos Temáticos:
1- Diversidade Cultural: as múltiplas relações sobre identidade e ambiente.
2- A Educação Ambiental na abordagem Transdisciplinar.
3- Natureza, arte e imaginário
Maiores informações no site: http://www.iesa.ufg.br/nupeat/page.php
Eixos Temáticos:
1- Diversidade Cultural: as múltiplas relações sobre identidade e ambiente.
2- A Educação Ambiental na abordagem Transdisciplinar.
3- Natureza, arte e imaginário
Maiores informações no site: http://www.iesa.ufg.br/nupeat/page.php
sábado, 14 de junho de 2008
Oportunidades de trabalho no Brasil e no exterior
Cargo: Tecnólogo em geoprocessamento ou sensoriamento remoto
Local: Terrasat Imageamento e Inteligencia Geográfica - Ribeirão Preto, SP
Contato: Enviar currículo para para terrasatii@terrasatii.com.br
Cargo: Topógrafo, com experiência em levantamentos topográficos em
área urbana e inglês fluente
Local: Líbia
Contato: Enviar currículo com o assunto "Topógrafo" para eduardo@atp.eng.br
Cargo: Cadista com noções de geoprocessamento (preparação de bases
cartográficas para inserção em ArcGIS)
Local: Brasília, DF
Contato: Enviar currículo com o assunto "CAD / BSB" para
fernanda.fagundes@ engevix.com.br
Cargo: Técnico em CAD, com experiência em Microstation
Local: Empresa de Petróleo e Gás - Rio de Janeiro, RJ
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial para aline.c.melo@hotmail.com
Cargo: Programador Java, com experiência em programação em Java/ SQL
para Oracle
Local: HST Sistemas & Tecnologia - Campinas, SP
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial e a sigla "JAVA" para
hstvagas@hst.com.br
Cargo: Engenheiro de campo, para trabalho com dutos submarinos
Local: Não informado
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial e o assunto
"ENGENHEIRO" para sonia@parceriaconsult.com.br
Cargo: Profissional de nível superior com experiência em ArcView,
Mapguide e Oracle Spatial
Local: Refinaria de Manaus, AM
Contato: Enviar currículo para montanholi.concremat@petrobras.com.br
Cargo: Duas vagas para profissionais nas áreas de business e operação em campo
Local: Navteq do Brasil
Contato: http://www.navteq.com
Concursos Públicos
Cargo: Professor substituto na área de topografia e geodésia
Local: Departamento de Engenharia da UFRRJ
Contato: http://www.ufrrj.br/concursos
Cargo: Professor de geografia
Local: Unidade Descentralizada do Setor Escola Técnica localizada no
Município de Paranaguá, PR
Contato: http://www.prhae.ufpr.br
Cargo: Analista ambiental
Local: Ibama e Instituto Chico Mendes
Contato:
http://www.planejamento.gov.br/arquivos_down/legislacao/080604_port_135.pdf
Cargo: Professores de geografia
Local: Universidade Federal do Amazonas
Contato: As inscrições vão até o dia 18 de junho em http://www.ufam.edu.br
Cargo: Especialista ambiental
Local: Universidade Estadual Paulista
Contato: http://www.vunesp.com.br
Cargo: Cartógrafos
Local: Funai
Contato: http://www.funai.gov.br/licitacao/2008/Edital_2008-008.PDF
Cargo: Professores de geografia
Local: Cefet-MT e Cefet-Cuiabá
Contato: http://www.cefetmt.br e www.cefet-cuiaba.edu.br
Estágio
Cargo: Estagiário para atividades de organização de dados, produção de
mapas temáticos, tabelas e relatórios
Local: Centro de Estudos da Metrópole, SP
Contato: Enviar currículo, até 20 de junho, para ronaldo@cebrap.org.br
Para anunciar uma vaga no Portal MundoGEO, envie um e-mail para
editorial@mundogeo.com, com a descrição do cargo, o local de trabalho
e o e-mail para contato.
Fonte: http://www.mundogeo.com.br
Local: Terrasat Imageamento e Inteligencia Geográfica - Ribeirão Preto, SP
Contato: Enviar currículo para para terrasatii@terrasatii.com.br
Cargo: Topógrafo, com experiência em levantamentos topográficos em
área urbana e inglês fluente
Local: Líbia
Contato: Enviar currículo com o assunto "Topógrafo" para eduardo@atp.eng.br
Cargo: Cadista com noções de geoprocessamento (preparação de bases
cartográficas para inserção em ArcGIS)
Local: Brasília, DF
Contato: Enviar currículo com o assunto "CAD / BSB" para
fernanda.fagundes@ engevix.com.br
Cargo: Técnico em CAD, com experiência em Microstation
Local: Empresa de Petróleo e Gás - Rio de Janeiro, RJ
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial para aline.c.melo@hotmail.com
Cargo: Programador Java, com experiência em programação em Java/ SQL
para Oracle
Local: HST Sistemas & Tecnologia - Campinas, SP
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial e a sigla "JAVA" para
hstvagas@hst.com.br
Cargo: Engenheiro de campo, para trabalho com dutos submarinos
Local: Não informado
Contato: Enviar currículo com pretensão salarial e o assunto
"ENGENHEIRO" para sonia@parceriaconsult.com.br
Cargo: Profissional de nível superior com experiência em ArcView,
Mapguide e Oracle Spatial
Local: Refinaria de Manaus, AM
Contato: Enviar currículo para montanholi.concremat@petrobras.com.br
Cargo: Duas vagas para profissionais nas áreas de business e operação em campo
Local: Navteq do Brasil
Contato: http://www.navteq.com
Concursos Públicos
Cargo: Professor substituto na área de topografia e geodésia
Local: Departamento de Engenharia da UFRRJ
Contato: http://www.ufrrj.br/concursos
Cargo: Professor de geografia
Local: Unidade Descentralizada do Setor Escola Técnica localizada no
Município de Paranaguá, PR
Contato: http://www.prhae.ufpr.br
Cargo: Analista ambiental
Local: Ibama e Instituto Chico Mendes
Contato:
http://www.planejamento.gov.br/arquivos_down/legislacao/080604_port_135.pdf
Cargo: Professores de geografia
Local: Universidade Federal do Amazonas
Contato: As inscrições vão até o dia 18 de junho em http://www.ufam.edu.br
Cargo: Especialista ambiental
Local: Universidade Estadual Paulista
Contato: http://www.vunesp.com.br
Cargo: Cartógrafos
Local: Funai
Contato: http://www.funai.gov.br/licitacao/2008/Edital_2008-008.PDF
Cargo: Professores de geografia
Local: Cefet-MT e Cefet-Cuiabá
Contato: http://www.cefetmt.br e www.cefet-cuiaba.edu.br
Estágio
Cargo: Estagiário para atividades de organização de dados, produção de
mapas temáticos, tabelas e relatórios
Local: Centro de Estudos da Metrópole, SP
Contato: Enviar currículo, até 20 de junho, para ronaldo@cebrap.org.br
Para anunciar uma vaga no Portal MundoGEO, envie um e-mail para
editorial@mundogeo.com, com a descrição do cargo, o local de trabalho
e o e-mail para contato.
Fonte: http://www.mundogeo.com.br
Mestrados em Geografia na Universidade de Coimbra
Até ao próximo dia 25 de Julho está aberto, na Universidade de Coimbra,
o prazo de candidaturas para inscrição nos mestrados em Geografia (2º
ciclo):
- Geografia Física, Ambiente e Ordenamento do Território
- Geografia Humana, Ordenamento do Território e Desenvolvimento
Mais informações em:
http://www.uc.pt/fluc/ieg/posgraduacao
o prazo de candidaturas para inscrição nos mestrados em Geografia (2º
ciclo):
- Geografia Física, Ambiente e Ordenamento do Território
- Geografia Humana, Ordenamento do Território e Desenvolvimento
Mais informações em:
http://www.uc.pt/fluc/ieg/posgraduacao
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Cone Sul, México e Estados Unidos: discutindo fronteiras e segurança nacional
GSI realiza segundo seminário para discutir o tema Fronteiras e Segurança Nacional
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, no uso de sua atribuição de acompanhar temas com potencial para gerarem crises para o Estado, para a Sociedade e para o Governo, realizará, por meio da Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais (SAEI), o Seminário intitulado "Cone Sul, México e Estados Unidos: discutindo fronteiras e segurança nacional". O evento ocorrerá no próximo dia 18 de junho, no auditório do Palácio do Planalto, e será voltado a servidores públicos, militares, diplomatas, acadêmicos e estudantes com interesse no assunto em questão.
Os objetivos do Seminário são: apresentar a legislação do Brasil com relação à Faixa de Fronteira, assim como abordar as atribuições do Conselho de Defesa Nacional; conhecer a situação dos demais países do Cone Sul, do México e dos Estados Unidos a respeito da temática - existência da Faixa de Fronteira e tratamento dado a esta área ou a outras consideradas indispensáveis à segurança nacional; promover o intercâmbio de informações e legislação entre os participantes.
O evento terá início às 14:00h com pronunciamento do Ministro-Chefe do GSI, General Jorge Armando Felix. Além da apresentação do Gabinete de Segurança Institucional, o seminário terá como palestrantes os representantes das Embaixadas da Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Paraguai e Uruguai.
Para mais informações acesse o link:
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, no uso de sua atribuição de acompanhar temas com potencial para gerarem crises para o Estado, para a Sociedade e para o Governo, realizará, por meio da Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais (SAEI), o Seminário intitulado "Cone Sul, México e Estados Unidos: discutindo fronteiras e segurança nacional". O evento ocorrerá no próximo dia 18 de junho, no auditório do Palácio do Planalto, e será voltado a servidores públicos, militares, diplomatas, acadêmicos e estudantes com interesse no assunto em questão.
Os objetivos do Seminário são: apresentar a legislação do Brasil com relação à Faixa de Fronteira, assim como abordar as atribuições do Conselho de Defesa Nacional; conhecer a situação dos demais países do Cone Sul, do México e dos Estados Unidos a respeito da temática - existência da Faixa de Fronteira e tratamento dado a esta área ou a outras consideradas indispensáveis à segurança nacional; promover o intercâmbio de informações e legislação entre os participantes.
O evento terá início às 14:00h com pronunciamento do Ministro-Chefe do GSI, General Jorge Armando Felix. Além da apresentação do Gabinete de Segurança Institucional, o seminário terá como palestrantes os representantes das Embaixadas da Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Paraguai e Uruguai.
Para mais informações acesse o link:
terça-feira, 3 de junho de 2008
GEOMORFOLOGIA 2008
O prazo de submissão de comunicações ao GEOMORFOLOGIA 2008 - IV Congresso Nacional de Geomorfologia (Portugal), termina no próximo dia 15 de Junho. O congresso realizar-se-á em Braga (Universidade do Minho), entre 16 e 18 de Outubro.
Para submeter uma comunicação, os autores devem enviar um resumo por e-mail, para o endereço paolo@dct.uminho.pt, contendo, de forma sintética, os objectivos, a metodologia utilizada, o trabalho desenvolvido e as conclusões alcançadas. Na mensagem de envio do resumo devem indicar qual o Eixo Temático em que se insere e se pretendem efectuar a apresentação da comunicação em sessão oral ou em painel.
As comunicações podem ser realizadas em Português, em Espanhol ou em Inglês. O resumo não pode exceder os 3000 caracteres (com espaços), incluíndo título da comunicação, nome de autor(es) e instituição(ões), 3 a 5 palavras-chave e e-mail de contacto.
Eixos temáticos:
A. Interpretação paleoambiental
B. Geomorfologia estrutural
C. Geomorfologia litoral
D. Geomorfologia fluvial
E. Geomorfologia cársica
F. Geomorfologia vulcânica
G. Geomorfologia glaciária e periglaciária
H. Riscos naturais, processos erosivos e dinâmica de vertentes
I. Geomorfologia, gestão ambiental e ordenamento do território
J. Metodologias de análise e representação gráfica
K. Património geomorfológico
L. Arqueologia dos espaços naturais
M. Outros temas
Todas as informações sobre o GEOMORFOLOGIA 2008 em www.apgeom.pt
O prazo de submissão de comunicações ao GEOMORFOLOGIA 2008 - IV Congresso Nacional de Geomorfologia (Portugal), termina no próximo dia 15 de Junho. O congresso realizar-se-á em Braga (Universidade do Minho), entre 16 e 18 de Outubro.
Para submeter uma comunicação, os autores devem enviar um resumo por e-mail, para o endereço paolo@dct.uminho.pt, contendo, de forma sintética, os objectivos, a metodologia utilizada, o trabalho desenvolvido e as conclusões alcançadas. Na mensagem de envio do resumo devem indicar qual o Eixo Temático em que se insere e se pretendem efectuar a apresentação da comunicação em sessão oral ou em painel.
As comunicações podem ser realizadas em Português, em Espanhol ou em Inglês. O resumo não pode exceder os 3000 caracteres (com espaços), incluíndo título da comunicação, nome de autor(es) e instituição(ões), 3 a 5 palavras-chave e e-mail de contacto.
Eixos temáticos:
A. Interpretação paleoambiental
B. Geomorfologia estrutural
C. Geomorfologia litoral
D. Geomorfologia fluvial
E. Geomorfologia cársica
F. Geomorfologia vulcânica
G. Geomorfologia glaciária e periglaciária
H. Riscos naturais, processos erosivos e dinâmica de vertentes
I. Geomorfologia, gestão ambiental e ordenamento do território
J. Metodologias de análise e representação gráfica
K. Património geomorfológico
L. Arqueologia dos espaços naturais
M. Outros temas
Todas as informações sobre o GEOMORFOLOGIA 2008 em www.apgeom.pt
Seleção para a concessão bolsas
Seleção para a concessão bolsas de auxílio à pesquisa do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento
O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento torna pública a abertura da sua primeira seleção para a concessão de quatro bolsas de auxílio à pesquisa, sendo duas destinadas ao mestrado e duas ao doutorado e as taxas de bancada correspondendo a essas quatro bolsas.As bolsas se destinam ao apoio de projetos de pesquisa que tratem de um dos temas seguintes:
Emprego formal e desenvolvimento econômico;
Desenvolvimento e política industrial;
Restrição externa e crescimento;
Financiamento do desenvolvimento;
Desenvolvimento, mudança estrutural e inflação;
Integração regional e desenvolvimento econômico.
O Regulamento e maiores informações estão disponíveis no site do Centro Celso Furtado: www.centrocelsofurtado.org.br
O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento torna pública a abertura da sua primeira seleção para a concessão de quatro bolsas de auxílio à pesquisa, sendo duas destinadas ao mestrado e duas ao doutorado e as taxas de bancada correspondendo a essas quatro bolsas.As bolsas se destinam ao apoio de projetos de pesquisa que tratem de um dos temas seguintes:
Emprego formal e desenvolvimento econômico;
Desenvolvimento e política industrial;
Restrição externa e crescimento;
Financiamento do desenvolvimento;
Desenvolvimento, mudança estrutural e inflação;
Integração regional e desenvolvimento econômico.
O Regulamento e maiores informações estão disponíveis no site do Centro Celso Furtado: www.centrocelsofurtado.org.br
Inpe registra 1.123 Km² de desmatamento na Amazônia em abril; Mato Grosso lidera com 70,7%
Uol Notícias. 02/06/2008 - 16h42. Notícias.
http://noticias. uol.com.br/ ultnot/2008/ 06/02/ult23u2451 .jhtm
Inpe registra 1.123 Km² de desmatamento na Amazônia em abril; Mato Grosso lidera com 70,7%
Da Redação
Em São Paulo
O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou em abril deste ano 1.123 Km² de desmatamento na floresta Amazônica, área equivalente a quase toda a cidade do Rio de Janeiro. O número foi apresentado na tarde desta segunda-feira.
No mês, anterior, o Inpe havia registrado 145 Km² de desmatamento, mas 78% da Amazônia estava coberta por nuvens, segundo o Inpe, impedindo comparações. Em abril, 53% da Amazônia estava sob nuvens, segundo Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do instituto.
Ainda conforme o Inpe, a cobertura de nuvens costuma variar muito de um mês para outro, assim como a localização das áreas encobertas.
Do total verificado pelo Deter, em abril, 794 Km² de desmatamentos correspondem ao Estado do Mato Grosso, ou seja, 70,74% do total desmatado. Em março, o sistema havia registrado 112 Km² de área desmatada no Estado, entretanto, 69% da área correspondente à floresta no Estado não estava visível por causa das nuvens.
Veja trechos da entrevista de Minc [vídeo na tela]
Os dados deveriam ter sido divulgados na semana passada, mas o anúncio foi adiado. O ministro Carlos Minc, que assumiu a pasta do Meio Ambiente, com a saída de Marina Silva, que retornou ao Senado pelo PT do Acre, chegou a divulgar informalmente os dados, afirmando que Mato Grosso seria o campeão do desmatamento no mês de abril.
O secretário de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso, Luis Henrique Daldegan, afirmou que os dados divulgados pelo Inpe serão checados em campo pelas equipes do Estado. "Onde for comprovado o desmatamento ilegal será lavrado o auto de infração. Os números do Deter são alertas para a fiscalização, e nós vamos continuar fiscalizando" , disse.
--
Uol Notícias. 02/06/2008 - 18h26. Notícias.
http://noticias. uol.com.br/ ultnot/2008/ 06/02/ult23u2453 .jhtm
"O pior está por vir", afirma Minc, sobre desmatamento na Amazônia
Cláudia Andrade
Em Brasília
Ao comentar os dados divulgados nesta segunda-feira (02) pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que apontam que o desmatamento da Floresta Amazônica no mês de abril atingiu uma área de 1.123 Km², o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o "pior está por vir".
Em entrevista coletiva em Brasília, Minc disse que há uma tendência histórica de aumento do desmatamento entre os meses de junho e setembro, por conta da estiagem e do avanço na preparação da terra na região. Outro fator que agrava a situação, de acordo com o ministro, é o aumento nos preços da carne e da soja, que servem de estímulo para o desmatamento. "O pior está por vir. Agora é o teste [das medidas]", afirmou.
O teste a que se referiu o ministro diz respeito ao impacto de medidas para tentar combater o desmatamento. A partir deste mês, o governo federal começará a apreender o que Minc chamou de "boi pirata", animais que pastam em áreas de preservação, que não deveria ser usadas para a agropecuária. O impacto dessas operações para a economia, segundo Minc, será pequeno. "Não vai ser a apreensão de mil bois que vai afetar as exportações de carne. Mais do que quantitativo, o efeito é muito mais de demonstração. É um recado que será dado."
Os animais apreendidos serão leiloados e os recursos encaminhados para o programa Fome Zero, graças a um acordo fechado com o Ministério do Desenvolvimento Social. Desde o mês passado, a produção grãos nestas áreas está sendo fiscalizada e a produção apreendida também irá à leilão, de acordo com o anúncio feito pelo ministro do Meio Ambiente nesta segunda-feira. Outro produto leiloado será a madeira ilegal.
A partir do próximo dia 15, o governo também vai monitorar a cadeia produtiva e exigir de siderúrgicas, frigoríficos, madeiras e empresas do setor de agronegócio informações sobre os fornecedores dos produtos. "Hoje, se compra e se lava as mãos em águas poluídas. Mas quem compra (produto) de área embargada é co-responsável" , avisou Minc. "E não vai adiantar dizer que não sabia que a área era embargada, porque os dados estão disponibilizados na Internet", completou.
"O tempo é curto a situação é preocupante, mas nós não vamos chorar o termômetro nem a seiva derramada. As medidas são certas, só não tiveram tempo para dar resultado", disse Minc.
A previsão do ministro para este ano é pessimista. "Muito dificilmente o resultado deste ano será menor do que no ano passado", disse. "A gente pode torcer, pode rezar, porque ninguém quer que o desmatamento cresça, mas dificilmente vai reduzir".
Parceria com Blairo Maggi
O ministro Carlos Minc também destacou os efeitos da suspensão de créditos agrícolas para áreas onde ocorrem desmatamentos. O prazo para regularização termina no dia 1º de julho. "Vale ressaltar que esta não é uma data fatídica. Se o produtor conseguir se regularizar, por exemplo, em 1º de agosto, vai poder conseguir crédito. Mas o que a gente não pode é usar dinheiro público para financiar atividades que estão à margem da lei", ressaltou.
"O pior está por vir", diz ministro [vídeo na tela]
Cerca de 12 mil imóveis localizados em 36 municípios considerados críticos pelo Ministério do Meio Ambiente ainda não foram recadastrados. No final de maio, o ministro assinou uma portaria permitindo que produtores de municípios com terras na área de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado pudessem receber crédito. Em nota, o ministério afirmou que a medida "não flexibiliza ou altera em nada" a resolução do Banco Central, apenas "detalha" a aplicação da norma, que seria aplicada apenas para municípios que estivessem totalmente localizados no bioma amazônico.
No entanto, a portaria seria conseqüência da pressão exercida pelo governador Blairo Maggi, do Mato Grosso, Estado que lidera o índice de desmatamento do mês de abril, divulgado nesta segunda-feira pelo Inpe. O ministro do Meio Ambiente afirmou que haverá um trabalho em conjunto com o Estado para combater o desmatamento. Segundo o ministro, "há um esforço" do governo mato-grossense no sentido de reduzir o desflorestamento.
"Eu conversei com o governador e ficou acertado que uma equipe nossa vai até o Mato Grosso em junho fiscalizar algumas áreas. É claro que há percepções diferentes, mas como entes federativos, o governo federal não pode guerrear com o governo estadual", disse Minc.
Minc também anunciou a liberação de crédito para reestruturação do extrativismo e recomposição das reservas legais. Disse ainda que o ministro da Justiça, Tarso Genro, vai disponibilizar 500 homens para auxiliar no combate ao desmatamento e iniciar a formação da guarda ambiental, proposta pelo novo ministro do Meio Ambiente.
A lista de medidas para combater o desmatamento inclui também a criação de um "paredão verde", formado pela reserva extrativista Ituxi e pelo parque nacional de Mapinguari, no sul do Amazonas. As áreas devem ser anunciadas, segundo Minc, no Dia Mundial do Meio Ambiente, que será comemorado nesta quinta-feira.
Metodologia
Para o ministro, não interessa discutir a metodologia utilizada pelo Inpe, que depende das nuvens sobre a Amazônia para medir o desmatamento. Ele negou que houve falta de ação da antiga gestão para combater a derrubada da floresta. "Se várias medidas não tivessem sido tomadas a tendência [de aumento do desmatamento] seria maior ainda", disse.
"Nossa guerra não é contra os números, que são imprecisos. A guerra é para substituir um modelo predatório de produção por outro, de desenvolvimento sustentável", ressaltou. Para ele, lançar esse novo modelo de desenvolvimento "é muito mais complicado do que tirar boi de pasto ilegal ou saber da siderúrgica de quem ela comprou carvão vegetal."
http://noticias. uol.com.br/ ultnot/2008/ 06/02/ult23u2451 .jhtm
Inpe registra 1.123 Km² de desmatamento na Amazônia em abril; Mato Grosso lidera com 70,7%
Da Redação
Em São Paulo
O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou em abril deste ano 1.123 Km² de desmatamento na floresta Amazônica, área equivalente a quase toda a cidade do Rio de Janeiro. O número foi apresentado na tarde desta segunda-feira.
No mês, anterior, o Inpe havia registrado 145 Km² de desmatamento, mas 78% da Amazônia estava coberta por nuvens, segundo o Inpe, impedindo comparações. Em abril, 53% da Amazônia estava sob nuvens, segundo Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) do instituto.
Ainda conforme o Inpe, a cobertura de nuvens costuma variar muito de um mês para outro, assim como a localização das áreas encobertas.
Do total verificado pelo Deter, em abril, 794 Km² de desmatamentos correspondem ao Estado do Mato Grosso, ou seja, 70,74% do total desmatado. Em março, o sistema havia registrado 112 Km² de área desmatada no Estado, entretanto, 69% da área correspondente à floresta no Estado não estava visível por causa das nuvens.
Veja trechos da entrevista de Minc [vídeo na tela]
Os dados deveriam ter sido divulgados na semana passada, mas o anúncio foi adiado. O ministro Carlos Minc, que assumiu a pasta do Meio Ambiente, com a saída de Marina Silva, que retornou ao Senado pelo PT do Acre, chegou a divulgar informalmente os dados, afirmando que Mato Grosso seria o campeão do desmatamento no mês de abril.
O secretário de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso, Luis Henrique Daldegan, afirmou que os dados divulgados pelo Inpe serão checados em campo pelas equipes do Estado. "Onde for comprovado o desmatamento ilegal será lavrado o auto de infração. Os números do Deter são alertas para a fiscalização, e nós vamos continuar fiscalizando" , disse.
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Uol Notícias. 02/06/2008 - 18h26. Notícias.
http://noticias. uol.com.br/ ultnot/2008/ 06/02/ult23u2453 .jhtm
"O pior está por vir", afirma Minc, sobre desmatamento na Amazônia
Cláudia Andrade
Em Brasília
Ao comentar os dados divulgados nesta segunda-feira (02) pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que apontam que o desmatamento da Floresta Amazônica no mês de abril atingiu uma área de 1.123 Km², o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o "pior está por vir".
Em entrevista coletiva em Brasília, Minc disse que há uma tendência histórica de aumento do desmatamento entre os meses de junho e setembro, por conta da estiagem e do avanço na preparação da terra na região. Outro fator que agrava a situação, de acordo com o ministro, é o aumento nos preços da carne e da soja, que servem de estímulo para o desmatamento. "O pior está por vir. Agora é o teste [das medidas]", afirmou.
O teste a que se referiu o ministro diz respeito ao impacto de medidas para tentar combater o desmatamento. A partir deste mês, o governo federal começará a apreender o que Minc chamou de "boi pirata", animais que pastam em áreas de preservação, que não deveria ser usadas para a agropecuária. O impacto dessas operações para a economia, segundo Minc, será pequeno. "Não vai ser a apreensão de mil bois que vai afetar as exportações de carne. Mais do que quantitativo, o efeito é muito mais de demonstração. É um recado que será dado."
Os animais apreendidos serão leiloados e os recursos encaminhados para o programa Fome Zero, graças a um acordo fechado com o Ministério do Desenvolvimento Social. Desde o mês passado, a produção grãos nestas áreas está sendo fiscalizada e a produção apreendida também irá à leilão, de acordo com o anúncio feito pelo ministro do Meio Ambiente nesta segunda-feira. Outro produto leiloado será a madeira ilegal.
A partir do próximo dia 15, o governo também vai monitorar a cadeia produtiva e exigir de siderúrgicas, frigoríficos, madeiras e empresas do setor de agronegócio informações sobre os fornecedores dos produtos. "Hoje, se compra e se lava as mãos em águas poluídas. Mas quem compra (produto) de área embargada é co-responsável" , avisou Minc. "E não vai adiantar dizer que não sabia que a área era embargada, porque os dados estão disponibilizados na Internet", completou.
"O tempo é curto a situação é preocupante, mas nós não vamos chorar o termômetro nem a seiva derramada. As medidas são certas, só não tiveram tempo para dar resultado", disse Minc.
A previsão do ministro para este ano é pessimista. "Muito dificilmente o resultado deste ano será menor do que no ano passado", disse. "A gente pode torcer, pode rezar, porque ninguém quer que o desmatamento cresça, mas dificilmente vai reduzir".
Parceria com Blairo Maggi
O ministro Carlos Minc também destacou os efeitos da suspensão de créditos agrícolas para áreas onde ocorrem desmatamentos. O prazo para regularização termina no dia 1º de julho. "Vale ressaltar que esta não é uma data fatídica. Se o produtor conseguir se regularizar, por exemplo, em 1º de agosto, vai poder conseguir crédito. Mas o que a gente não pode é usar dinheiro público para financiar atividades que estão à margem da lei", ressaltou.
"O pior está por vir", diz ministro [vídeo na tela]
Cerca de 12 mil imóveis localizados em 36 municípios considerados críticos pelo Ministério do Meio Ambiente ainda não foram recadastrados. No final de maio, o ministro assinou uma portaria permitindo que produtores de municípios com terras na área de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado pudessem receber crédito. Em nota, o ministério afirmou que a medida "não flexibiliza ou altera em nada" a resolução do Banco Central, apenas "detalha" a aplicação da norma, que seria aplicada apenas para municípios que estivessem totalmente localizados no bioma amazônico.
No entanto, a portaria seria conseqüência da pressão exercida pelo governador Blairo Maggi, do Mato Grosso, Estado que lidera o índice de desmatamento do mês de abril, divulgado nesta segunda-feira pelo Inpe. O ministro do Meio Ambiente afirmou que haverá um trabalho em conjunto com o Estado para combater o desmatamento. Segundo o ministro, "há um esforço" do governo mato-grossense no sentido de reduzir o desflorestamento.
"Eu conversei com o governador e ficou acertado que uma equipe nossa vai até o Mato Grosso em junho fiscalizar algumas áreas. É claro que há percepções diferentes, mas como entes federativos, o governo federal não pode guerrear com o governo estadual", disse Minc.
Minc também anunciou a liberação de crédito para reestruturação do extrativismo e recomposição das reservas legais. Disse ainda que o ministro da Justiça, Tarso Genro, vai disponibilizar 500 homens para auxiliar no combate ao desmatamento e iniciar a formação da guarda ambiental, proposta pelo novo ministro do Meio Ambiente.
A lista de medidas para combater o desmatamento inclui também a criação de um "paredão verde", formado pela reserva extrativista Ituxi e pelo parque nacional de Mapinguari, no sul do Amazonas. As áreas devem ser anunciadas, segundo Minc, no Dia Mundial do Meio Ambiente, que será comemorado nesta quinta-feira.
Metodologia
Para o ministro, não interessa discutir a metodologia utilizada pelo Inpe, que depende das nuvens sobre a Amazônia para medir o desmatamento. Ele negou que houve falta de ação da antiga gestão para combater a derrubada da floresta. "Se várias medidas não tivessem sido tomadas a tendência [de aumento do desmatamento] seria maior ainda", disse.
"Nossa guerra não é contra os números, que são imprecisos. A guerra é para substituir um modelo predatório de produção por outro, de desenvolvimento sustentável", ressaltou. Para ele, lançar esse novo modelo de desenvolvimento "é muito mais complicado do que tirar boi de pasto ilegal ou saber da siderúrgica de quem ela comprou carvão vegetal."
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